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A mostrar mensagens com a etiqueta E recordar é viver (ou não)

Em retroactivos, é isto.

Pensamento muito muito fugaz, juro.

Sem título

Nunca, nunca vais ser suficientemente forte. Há músicas que pertencem visceralmente a determinados momentos, demasiado enraizadas junto com determinadas pessoas para conseguires ouvi-las sem seres transportada violentamente para o mais fundo de ti. Onde moram os teus medos, as tuas caixas arrumadas, os teus amores perdidos. Onde mora tudo o que tiveste, viste e agarraste mas não mantiveste. Como escreveste um dia, onde estão "as tuas maiores vitórias e as tuas mais profundas derrotas".

E isto lembra-me... (agora algo completamente diferente)

Um dia fizeste-me a pergunta que mais ninguém foi capaz de fazer. E que me fez sofrer muito. Não a pergunta. Mas o que isso implicava. Do que tinha tido. Do que tinha conseguido. Do que teria de me despojar. Do que teria que desacreditar. Do que teria que deixar partir. Dos medos que tinha que sentir para talvez não olhar para trás de novo. Se nunca agradeci, agradeço agora. Obrigada Lud.

Sim, a culpa foi desta música...

...

O que já não é real não deixa de ser verdadeiro pois não?

Um dos meus orgulhos

Sou a primeira pessoa para quem alguém telefona quando tem boas notícias. Sou a primeira pessoa a quem se confia uma parte muito grande do que somos. Sou a primeira pessoa que se pensa quando se precisa de alguém para dar uma mão. Isto só quer dizer uma coisa. Tenho amigos generosos e fantásticos. Isso é um orgulho.

Coisas boas =)

Sim =D

Associações...

Estão a ver aquela música dos Xutos "Para sempre"? É poderosa, é forte, lamechas,"ah e tal momentos", "ah e tal dramas da vida". Concordo e sinto isto tudo. Por isso é um bocado parvo que a minha principal associação a esta música seja eu a vomitar tudo o que tenho no estômago na queima de Coimbra 2009 porque tive a bela ideia de estar mais de doze horas sem comer e depois enfardar pizza como se não houvesse amanhã (e não tinha bebido uma gota de álcool para as mentes mais desconfiadas). Aí, aí associações... Espiral

Férias (breves) 2010

Escaldões, minis, risos, lágrimas, conversas, momentos intensos, sangrias, bolas de berlim, abraços que valem pelo mundo, momentos zen, Õ Padrinho, amigos, praias ao pôr-do-sol, internet, sudoku, momentos em que quase se ganha ou quase se perde tudo. Não sei se preciso mais de férias, ou se prefiro ir já trabalhar. As parcas não tiram férias? Não percebo. Os sicilianos é que se calhar têm razão... há "raios" mas ao menos enquanto há azar, ao menos não usamos a sorte. Estou a usar a sorte? Ou a usufruir do azar? Espiral

Falsas memórias

Graças à Internet, à RTP Memória, e à repetição de programas, eu posso falar dos anos 80 como se estivesse estado realmente lá (isto é, com uma idade decente), como se tivesse visto aquilo tudo, e tivesse manipulado os objectos que falam, e comido toda aquela comida que já não existe. Sou uma verdadeira especialista dos anos 80, eu. Pena ter 5 anos quando eles acabaram.... Isto porque consigo responder a todas as perguntas que fazem na rádio sobre os anos 80. Para quando umas sobre os anos 90 para eu me sentir realmente viva? Espiral

Tristeza sobre a felicidade

Acho que as pessoas que já estiveram muito muito tristes e que já tiverem mesmo maus momentos pensam, sentem, que estão desencantados. Que perderam qualquer coisa que já não voltam a ganhar. Que já não vão rir como riam. Que já não vão sentir como sentiam. Que já nada vai ser como dantes. E é verdade. Um vaso arranjado depois de quebrado não fica igual a um vaso que nunca foi partido. E é quando bocadinhos desse tipo de tristeza voltam que achamos que a verdadeira alegria já não volta. Mas talvez não seja verdade. Talvez quando isso acontecer, sintamos que estamos mais desiludidos, mas não mais desencantados, com maior amplitude para sentir a tristeza, mas com maior generosidade para todo o tipo de alegrias. Talvez, o aprender que há tristezas enormes nos ensine a abraçar tudo aquilo porque devemos sentir-nos gratos. E a dar importância desmedida aos momentos bons. Espiral

Sábados de sol

Hoje reparei enquanto limpava o meu quarto que todos os objectos que tenho a decorar foram-me oferecidos em aniversários e Natais. Na maioria, grande maioria, são tudo coisas que compraria para mim. Na excepção de um pequeno peluche (pequeno mesmo, 5 cms) que fui eu que comprei, tudo o que que está lá vem dos sentimentos dos outros. Do que os outros sabem de mim e do que gosto. É muito bom. Hoje apeteceu-me guardar sempre todas aquelas coisas, como sei que farei. Hoje, por segundos apeteceu-me mandar algumas fora, algo que sei que não farei. Hoje vesti umas calças que não vestia há 2 anos e respirei fundo. E olha, gosto de Smog (não é surpreendente.) Espiral

Recuerdos

Há uns anos atrás, na faculdade, uma rapariga que não conhecia muito bem (mas que estava sentada na mesma mesa de bar que eu) diz-me "Namora comigo, a sério!" depois de ouvir um comentário meu com outra colega acerca de alguma coisa que dei ao meu namorado da altura. Foi engraçado, o ar dela super "ah quero alguém assim para mim". Não há dúvidas, der por onde der, fui, sou, serei (coração, coração sem dono....adiante) uma namorada bestial =D Espiral p.s. A minha rede de associações de "chocolate" é assustadora, assustadora.... daqui a bocadinho começo a falar sobre recuerdos de ser o "melhor dos dois mundos".... lol