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A mostrar mensagens com a etiqueta Quando o meu cérebro a minha alma e o meu coração comunicam

Amor não correspondido

Confesso que às vezes não sei se é melhor tê-lo vivido ou não saber o que isso é. Mas se pensar bem, é como aprender a andar de bicicleta e ter medo de cair. É ter caído e voltar a tentar. Se nunca cairmos vamos sempre ter medo de cair. Sem saber se voltariamos a tentar.

Não mostres, guarda para ti

Ego

É um alívio enorme perceber que há certas coisas que com o passar do tempo se tornam apenas ego. Um alivio enorme. Com isto eu sei lidar. nem que tenha vergonha. Nem que me sinta humilhada. Nem que pense que às vezes peito aberto e cara erguida é mais do que o que eu posso suportar.  Eu só não sei lidar com o que o coração teima em sentir e em não deixar no passado.

Definições

Ser feliz (para mim) - paz interior, acima de tudo paz interior Ser muito muito feliz (para mim) - O acima com a coisa maravilhosa, fantástica, e de que não prescindo: o amar e ser amado. Reparam na parte da reciprocidade? E da parte importante que é amar? Pronto. É isso. No momento, estou feliz. Nada mau . E para  ter o outro (que não tenho no momento), o bónus, se calhar prescindo de algumas coisas. Mas lá está, eu quero tudo. Abaixo disso não tem graça.

Porque sim.

Estou cansada de dias fracos.

Be Happy nos entretantos

Sempre fui de certezas. Sei o que quero. Nem que seja que quero 5 caminhos, 5 escolhas, 5 possibilidades. Mas no fim sei sempre o que escolheria. Com os saltos de fé. Com todos os precipícios. Com todas as escolhas difíceis. Com toda a dor que isso pode trazer. Porque há escolhas sem escolha. Porque sim. Porque o que se sente é o que se sente. Há coisas complicadas sim. Quando tudo é um vazio. Quanto não se vê possibilidades. Quando remete para coisas muito racionais em que não se sabe bem ponderar qual a melhor escolha. Porque tudo tem vantagens e desvantagens. Porque nem sempre uma análise SWOT mostra tudo. Agora quando mete sentimentos, emoções, pessoas, sentidos, amigos, família. Sei. Não digo que segui sempre as escolhas certas. Que não errei. Que não devia ter seguido outro caminho. Mas senti. E sabia o que queria. Sem falsos racionalismos. Sem tapar o sol com a peneira. Sem "ses" que não dão em nada. Sem ilusões naquilo que não volta (independentemente da imensa es...

"Honra tanto esmero..."

Esta carta é para ti, meu amor. É tão engraçado ser só contigo que imagino risos por entre chuvas e luzes difusas. Mesmo que já tenha vivido isso com outras pessoas. Mesmo que haja pessoas com quem isso não se vive, simples .  Se calhar porque sei que ao pé de ti posso tropeçar, dizer o que não devia, entusiasmar-me com o infinito. É em ti que penso quando vejo algo que me marca, quando penso em perder-me em ruas, em descobrir recantos, livros interessantes, bares exóticos ou lojas de antiguidades (mesmo não sabendo se gostas, ou desconfiando que não é a tua cena.). É em ti, meu amor, que penso, quando penso em sorrisos, em futuros, em presentes, em possibilidades (mas não pensamos sempre?) .     Esta carta é para ti, meu amor. meu amor que vai, que nunca foi. Deixei-o viver por momentos, imaginário, fantástico, completo. Mas ele não existe, meu amor. 

Há um medo maior..

É o de despojar-me de tudo. Da esperança, da fé, dos sonhos, dos sentimentos, das emoções, daquilo que acredito que é bom nas pessoas e tornar-me diferente do que sou. No fundo, tenho medo de me tornar cínica. Porque sei que isso seria tornar-me vazia. Como se equilibra? Como despojamo-nos do que nos faz mal, e mais tristes, e mais melancólicos, e também mais doces, sem perdermos quem somos?

"Without hope or agenda..."

Mas há alguém que não se identifique com isto?...(pelo menos uma vez na vida?)

It's not a big deal...

Repete ela baixando os olhos. Sorri, sorriso aberto, alegre, mentiroso. Não é relevante. Os olhos que vagueiam sem fixar nada mostram que  It's not a big deal. Quase parece verdade. Voz forte, viva, implacável. O que escondes? Porque vestes essa armadura? Não há nenhuma luta a travar. It's not a big deal. Repetes como um mantra que te convencerá. Quase quase me convenço. Dura. Fria. Mas quando ela não olha eu olho. E vejo os olhos que se fecham com força, as mãos tensas que agarram a mesa e a respiração que quase se sufoca até sair num suspiro. It's not a bid deal.  Vês que olho para ti. Sorris e dizes uma piada idiota. Idiota. 

Já escrevi isto, mas reafirmo

Não interessa a intensidade com que te dás, o salto de fé que superas, as mãos que agarram cabelos como se já fossem familiares, o corpo que colas como se fosse simbiose. Não interessa. É irrelevante os castelos que constróis no ar, os pré-sentimentos que carregas, a esperança que te permites a depositar num simples beijo. (Não sei bem o que interessa então.) Prepara-te apenas para perderes mais um pouco do que pensavas que já não tinhas. 

Pessoa,

Não há nada que atrapalhe o Amor. Nada. Esquece as desculpas sobre os contratempos, as barreiras, os traumas, os objectivos por concretizar, os planos concretizados, os planos planeados, a historia de vida, os sonhos por cumprir, os compromissos a longo prazo, os projectos. Não é desculpa para, pessoa, se amas alguém não lutares por ela. Porque o amor não espera, não têm intervalos, e se calhar, se calhar nem tem segundas oportunidades. Claro que há outras pessoas pessoa, mas e aquela? Aquela está ali naquele momento, e os momentos normalmente são lixados e lixam-se para timings, compromissos, cedências e fraquezas. É Ela. Acreditam que existem várias pessoas? Pessoas que são as vossas? Eu não acredito em número infinitos. Talvez por isso acredite em amar até que o último suspiro me deixe, até que não haja outro sentido, outra maneira, acabar só por ser preciso. Lutem pessoas. O Amor é isso. E não há nada que o atrapalhe se quisermos mesmo. Apenas há algo que pode impedir o ...

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Há coisas que vão sempre doer. Especialmente se estiverem perto. Especialmente se estiverem sempre longe, e se, sem muito aviso chegam perto. E não, nada compensa.  Às vezes preferia não ter os crescimentos de alma que tive e que tenho. Os arranques do crescimento são dolorosos. Algo me diz que tenho agora uma alma maior do que o que consigo suportar. E isso doí. E era tão bom poder continuar com um coração grande. E não o sentir pequeno, pequeno. O meu coração não cresce da mesma maneira que a minha alma. Ele expande-se, contrai-se e não faz isto propriamente ao mesmo ritmo das convulsões que abalam a minha alma.Tenho o secreto medo de que o meu coração tenha diminuído. É por isso que a dor parece tão grande, tão forte, e ao mesmo tempo tão cálida, tão "suportável" só porque estará sempre ali.  Tenho o secreto medo de que esta dor tão grande, tão abstracta tão igual ao que já foi e ao que é, permaneça.. e que não haja nada que chegue e num re...

Eu nem sei bem porque escrevo estas coisas

Sempre achei irónicos os desencontros manifestados da adolescência em que "o João gosta da Rita que gosta do Manel que gosta da Joana" . Pensava com alívio que isto chegando à idade adulta era tudo com menos graça mas com mais lógica e os encontros eram perfeitos e orientados e com final feliz..  Mas se calhar estava enganada. Simplesmente agora o pessoal finge melhor, só se entrega (mesmo em pensamento) depois de ver sinais evidentes de interesse. Agora o pessoal recalca mais e descompensa menos (pensam eles). Range mais os dentes mas sorri mais. "Porque " o João gosta da Rita que gosta do Manel que gosta da Joana" ficou um bocadinho mais complicado e agora "o João que gosta da Rita já tem um filho de outra relação, a Rita que gosta do Manel anda enrolada com o Vítor, o Manel anda demasiado absorvido a ser o maior da terra dele algures no mundo e no fundo no fundo já nem gosta assim tanto da Joana que casou com alguém que nem interessa, mas afinal até ...

Em retroactivos, é isto.