Habituar-me ao sufoco, à onda que me estrangula para logo de de seguida amainar num prazer cálido, nostálgico, da terra chamada saudade.
Às vezes só quero um lugar onde possa vomitar tudo aquilo que sinto, deixar brilhar essas estrelas, maravilhar-me com o não escrito, não dito, não vivido.
Saber que posso mergulhar nas recordações que mantenho, por mais falseadas e deturpadas que estejam.
Perder-me nesse quarto secreto, imenso, estranho, contigo.
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