Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Homens apaixonados, atentem a este post =)

Acho que esta seria  uma maneira muito doce de o fazerem caso me pedissem. (Amorosa, romântica, e atenta aquilo que sou, uma rapariga que ama livros) Oferecendo-me este livro: p.s. Não, não lê este blog, nem é uma msg subentendida. É só uma ideia gira (Homens que porventura leiam este blog e cuja mulher que amam adore ler, é uma ideia mega gira para o fazer, con o anel claro ^^) p.s.2 Se conseguir fazer alguma mulher muito feliz com este post, já ganhei o ano (e olhem que está a ser um ano difícil)

"Onde errei?"

A procura de uma razão, motivo, justificativa, qualquer coisa contra a qual me possa revoltar, lutar combater. Um destino, um karma, um caminho desviado, um precalço irremediável, um acidente trágico, um erro fatal. Algo, algo onde possa descarregar esta frustração toda, esta amargura, toda a tristeza, mágoa e ansiedade que me assola por me saber perdida, sem saber porquê.

Oxigénio para a (minha) alma

(ou como apesar de tudo e do meu feitio soviético, todos nós precisamos de incentivos e motivações) "O atleta mais forte não é o que chega em primeiro lugar à meta. Esse é o mais rápido. O mais forte é o que se levanta de cada vez que cai. O que não pára quando sente uma dor no flanco. O que quando vê a meta muito longe não desiste. Quando esse corredor chega à meta ainda que seja o último, é um vencedor. Por vezes, mesmo que queiram não está na vossa mão ser o mais rápido, porque as vossas pernas não são tão compridas ou os vossos pulmões são mais estreitos. Mas podem sempre escolher ser o mais forte. Só depende de vocês, da vossa vontade e do vosso esforço. Não lhes vou pedir que sejam os mais rápidos, mas vou exigir-lhes que sejam os mais fortes." (A Bibliotecária de Auschwitz, Antonio G. Iturbe)

Na música como na vida

Existem músicas que encerram nelas todos os meus sonhos de grandeza, todos os meus amores não vividos, todos os meus sonhos e derrotas. Nelas cabem os mais belos sentimentos do mundo, recheados de êxtase, orgasmos e também ironicamente ou não, transparência, pureza e amor. Todas as recordações reunidas, como uma caixa de Pandora que nunca irá explodir, mas onde caberão certamente sempre lágrimas. E onde fica sempre no fim, a um cantinho a mesma coisa.

Voltei IV

E voltei a ouvir  música (qualquer dia volto a escrever....acho)

Voltei III

E é NATAL. E eu não era eu não comprando lembranças para oferecer a todas as pessoas que adoro, nem tentanto fazer algumas coisas handmade.... nem gastanto quantias que são realmente elevadas para o meu estado atual... Mas sou mesmo da opinião que prefiro dar um bocadinho de calor e carinho a muitas pessoas (que adoro, que respeito e que estão sempre comigo) do que 3 ou 4 prendas "GRANDES" a 3 ou 4 pessoas realmente importantes. Percebo quem o faz, mas por enquanto tem mais a ver comigo a outra forma de estar.

Voltei II

Armo-me em parva e tento correr 8 kms ao frio (2 graus) pelas 19h da tarde depois de 4 MESES  sem fazer nada. Hoje pareço uma velha encalicada. Amanhã tento novamente (sem ser as 19h da tarde que eu até aguento mas a minha garganta é frágil como as papas)

Voltei

Não me renovaram o contrato num sítio onde odiava trabalhar, onde não tinha qualidade de vida e onde ganhava pessimamente e não estava minimamente na minha área nem com margem para progressão, e onde não encaixava e sentia os neurónios a morrer. O alivio é 50% em conjunto com 50% de angustia (ninguém vive do ar)

Disto de ser uma alma velha

Pensar, sentir, reviver, rir-me sozinha, corar, voltar a a recordar-me, saborear esses momentos, deixa-los eternizar-se no tempo, parao  tornar precioso, familiar, único e meu,  para deixar de ser  apenas aquele instante, flashado, rápido, intenso,  que não se degusta, que não se aprofunda, que passa rápido  dando lugar a outro, rapidamente.  Paro.  Volto a recordar. 

Sou uma alma velha, nada a fazer

Acredito em destinos. Acredito em encontros improváveis. Acredito em momentos eternos. Acredito no sempre. E no nunca. Acredito nos tropeções da vida. Acredito nas ironias e acredito nos sinais. Acredito que não pertencemos só a nós mesmo. Acredito que os sentimentos duram. Acredito que alguns nunca se apagam. Acredito que se pode viver com isso. Acredito em químicas. Em instantes que perduram. Em sorrisos nos olhos. Em entendimentos. Em confrontos fatais. Acredito em lágrimas e em sofrimentos. Dos reais. Em almas gémeas. Em sintonias intemporais. Acredito em fracassos. Em desamores. Em amores. Não dos perfeitos. Dos incondicionais. Acredito em amores eternos. Acredito em amores vividos. Acredito na reflexão. Acredito no tempo que perdura. Acredito no carinho onírico. Acredito no Amor. (Ao som de qualquer música de Leonard Cohen. Escolham a que quiserem)

Tradução para português

Às vezes, só às vezes, naqueles momentos em que estamos perdidos no meio da multidão, há algo, há sempre algo, pode ser uma música, aquela específica, que nos recorda o que já fomos, o que já sonhámos. Quem fomos, de como temos saudades, da inocência e da crença. Do romantismo. Oh,  que tenho mais saudade era daquele romantismo onde me enrolava por longas horas e por onde andava sem medo do ridículo. Quero continuar a permitir-me sonhar e a fantasiar. Sem esquecer a realidade, mas sabendo que só posso ser feliz verdadeiramente dando espaço também para esses momentos, resguardados, intímos. Nunca ninguém sabe, nem que tente, porque não se pode atrever a perceber, a sentir, tudo o que guarda o coração de uma mulher.

Mood

Há dias, assim, não sei se apenas devido às minhas leituras (Jane Austen rulla), mas em que me sinto mais melancólica, romântica e com um vazio qualquer, intenso, doce. As temperaturas, a falta de caminhos profissionais, e as saudades dos amigos próximos não ajudam.