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do amor que não morre porque nunca viveu.

O tempo transforma tudo em tempo, eu sei, mas sinto um sofrimento, não atroz, não horripilante, não tão grafico ou demonstrável para todos o verem e sentirem, mas como se fosse o tilintar de cristal a zunir dentro de mim. Eternamente.

Comentários

Ana disse…
Arrepiei-me porque fizeste-me lembrar o que sentia na infertilidade. O luto de alguém que nunca existiu. Acabou por não ser eternamente...mas a ideia de que seria, doía ainda mais.
Espiral disse…
Mãe Sabichona,

Nem sei que palavras possa dizer porque não sei o que é tamanha dor. Apenas posso agradecer as palavras e sentir me honrada por nas minhas encontrar alguma identificação.

obrigada*

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Às vezes

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