Quickribbon Espiral: Dezembro 2013

terça-feira, dezembro 31, 2013

Quase fim de ano

Ansiedade outra vez em altas. Não consigo negar ou evitar sentir-me assim.

Eu sei que a vida é feita de evoluções e retrocessos, mas estou um bocadinho cansada (e isto é eufemismo) de não conseguir fazer nada ou quase nada do que sonho. Seja viajar, ter um espaço meu ou outras coisas.

Deste ano ficam coisas muito boas. Ficam sempre. As minhas pessoas. Que amo. Que estão aqui. Ficam as surpresas. Da minha resiliência. Da generosidade de muitas pessoas. Da partilha Da entrega.

Para o próximo ano só peço mais afinco meu, mais esforço, mais coragem, mais generosidade. Preciso de praticar isto. E só um bocadinho de sorte que anda a faltar.


Um beijo a todos =)

segunda-feira, dezembro 30, 2013

Do meu Natal

- As pessoas que amo. Reunidas na ceia. Encontradas à tarde no meio do temporal. Rindo de manhã com bandoletes de renas na cabeça.

- A comida boa. O salame de chocolate da minha madrinha. O caldo verde da minha avó. O bacalhau com couves da minha mãe. Os meus sonhos de cenoura.

- Das trocas. As prendinhas que têm maior significado porque cada vez mais as pessoas se conhecem melhor. Os livros. O carinho. A cumplicidade.

- Do riso. Eu e o meu primo. Não interessa que a noite já não seja a longa benzana até o sol raiar e chegarmos a casa pelas 8 da manhã.

Igual a tantos nas coisas boas, diferente porque é o meu =)

segunda-feira, dezembro 23, 2013

Dos saltos de fé

"eu sei que soa cliché, mas sempre foi uma corrida em direcção ao precipício , e pior, de peito aberto"`

(euzinha para uma amiga... sobre o que mais nos une. o amor claro.)

Feliz Natal

Que encontrem em vocês e nos vossos as sementes de felicidade mais importantes e valiosas.

Porque no fundo é disso que é feito o Natal. Das coisas que verdadeiramente importam.

Sejam felizes.

terça-feira, dezembro 17, 2013

facebook

Uma óptima ferramenta para evitar constrangimentos e barreiras temporais supérfluas.

a dor do amor

Tenho uma amiga de 19 anos, quase menos uma década que eu tenho a desabafar comigo sobre problemas amorosos.

A dor do amor é igual em qualquer idade.
Só muda o calo ganho, a eventualmente a simplicidade do flirt, ficamos menos ingénuos e percebemos melhor o que temos a ganhar e a perder.

Apesar de ser melancólica por natureza, sou pouco nostálgica e não tenho saudades das confusões que teria na minha cabeça nessa altura.

Era uma dor diferente, mais abrangente. menos focada, mesmo que direccionada.

Não era menos forte. Era apenas menos profunda. Provavelmente até era mais impactante. Os amores dessa altura marcam. Sem dúvida.

Mas dez anos depois, posso dizer sem sombra de dúvida que nenhum desses foi amor da vida para mim (e foram poucos, muito poucos). Só os que vieram depois (que ainda são menos, muito menos).

Todos guardados com carinho. Não nego. Sempre amei, gostei, apaixonei-me por homens, garotos, ou rapazes que no momento em que gostei deles eram interessantes. A maior parte deles continua.
Não cuspo no prato onde comi. Ou onde quis comer. Nunca. Acho-o mais um gesto de falta de noção do que de grosseria. (Mas também nunca gostei de um futuro serial killer/violador/pedófilo, se calhar aí....)

Mas isto só para dizer que a dor do amor é sempre verdadeira. Mesmo quando descobrimos que há dores de amor mais verdadeiras que outras.

Sinceramente preferia não as ter descoberto. Mas não invejo quem nunca as descobriu.










segunda-feira, dezembro 16, 2013

Dezembro

Há momentos, em que, independentemente das certezas, dos sentimentos, da força do caminho que se seguiu, indiferente e gélido face ao que teve que ser abandonado, chega a ti uma ânsia , uma fraqueza (que no fundo é força) de estender uma mão, de sorrir, de fingir que o tempo não passou. Que não foste voluntariamente abandonada, que não foste decidida e forte. Que não tomaste decisões corajosas. Finges que está tudo igual. Que aqueles olhos de encontro aos teus nunca tiveram um intervalo (de anos) em que não se olharam. Que sorris, que ele sorri contigo e que isso basta.

domingo, dezembro 15, 2013

O amor também é isto

De certeza que há um perfil especifico de pessoas que amam, veneram os "befores".
E que morriam por viver uma história de amor assim.

O amor é isto também

Não sei de vocês, mas a mim excita-me muito mais a confiança e o respeito do que as inseguranças e as discussões de faca e alguidar.

A segurança de um homem nele próprio e na pessoa que ama é um dos maiores turn-ons que conheço.

sexta-feira, dezembro 13, 2013

Eu tenho mau feitio eu sei

Irritam-me as listas de Natal (ou wishlist que é mais fino) espalhadas por esta blogosfera.

Soa-me estranho. Ostensivo. Interesseiro. Pedinchão.

Eu sei que quem não chora não mama, mas parece-me um contra senso tão grande nesta altura os sonhos serem todos tão materiais.



quinta-feira, dezembro 12, 2013

Novidade

Já sei fazer bombons recheados =D

(nutella, manteiga de amendoim e leite condensado e coco)

Mudando de assunto

Não é bom sabermos que aquela, aquela e aquela pessoa independentemente de tudo, são as pessoas da nossa vida?

Adoro.

O mundo gira

Não muda muita coisa por aqui.
Continuo desempregada mas realmente estar parada não é para mim e já arranjei maneira de ter sempre alguma coisa para fazer.

Portanto o tempo para ler, ver séries e navegar ficou reduzido a quase zero.
O tempo para ver pessoas também .


Eu uma vez disse que a minha vida era sempre em ciclos de dois anos... estou a fazer contas e pois...


...E fica mais ou menos tudo igual.


quinta-feira, dezembro 05, 2013

Tendo em conta o comentário que fiz num post do blog do Pulha

O Amor é o meu Santo Graal.

quarta-feira, dezembro 04, 2013

Corrijo

As mulheres não gostam de beijos roubados. Não não é disto que elas gostam.

Elas gostam de beijos arrebatados. Sonham e fantasiam com eles. Se forem arrebatadores tanto melhor.


Chris Cornell - Sweet Euphoria (Euphoria Morning)







Há dias, desacertados do tempo, no avesso da rotina dos dias em que te apanha de chapão, e docemente te deixas enlevar... E recordas.

Falta de fotogenia

Costumam dizer muitas vezes que sou mais interessante ao vivo.
E sendo mais interessante ao vivo sou mais interessante ainda depois de me conhecerem,

Um modo simpático de dizerem que sou feia que doí mas com uma personalidade que atenua isso.

terça-feira, dezembro 03, 2013

Isso

"Fode-me com alma mas por favor não te esqueças do corpo."

Pedro Chagas

ou na minha versão mais soft, há dois anos, numa mesa de café, com uma imperial na mão, o cérebro frito e o coração desfeito:

"Pára. Chega de poesia. Estou cansada de poesia.  Ela não me aquece os pés à noite."


Em modo parvo

O que nos toca e parece que não vai tocar pode ser na altura em que menos esperas, e o não tocar-te quando pensas que vai tocar-te também.

É tocante isto. Ter um cérebro e um coração tontos, tão tontos que quando um sente uma coisa o outro pensa exactamente o contrário e vice versa.