Quickribbon Espiral: Abril 2017

quinta-feira, abril 27, 2017

Pelos meus últimos posts

Parece que ando irritada não? =)

quarta-feira, abril 26, 2017

Sobre a moda dos guarda roupas "Cápsula"

Não percebo porque são considerados o "Uau" da década.

Sempre tive pouca roupa e sempre consegui mistura-la toda entre ela.

Chama-se bom senso*, algum bom gosto e basicamente não comprar peças foleiras.

Precisam mesmo de fashion advisors para isto?




* saber que é um desperdício ter montanhas de roupa; saber que isso é fútil, saber que o dinheiro não chega para tudo....

IRS 2016

Não percebo o stress/histerismo/ alegria/expectativa. É o que vejo em fóruns sobre o tema.

Mas não fazemos o mesmo todos os anos?

Até percebo ficar contente por a simulação dar que se vai receber (especialmente porque parece que este ano em geral os valores são maiores), mas daí a viver para isto...

Cristo...

sábado, abril 22, 2017

20.698 carateres

Ontem participei em algo em que nunca pensei seriamente participar.
Sei que muito provavelmente não terá consequências  externas, mas teve em mim impacto.
Deu-me motivação.

quinta-feira, abril 20, 2017

Uma das minhas irritações atuais

Apercebi-me de manhã, ao pensar ir comer uma sandes com fiambre que para grande parte de um público preocupado com a alimentação, esta sandes de fiambre é um verdadeiro veneno, com efeitos inarráveis , imediatos e irreversiveis para quem a consume.

 Adoro, especialmente os que afirmam e que procuram muita informação (da internet), de sites "fiáveis" e - nunca os vi referirem evidências cientificas,  publicações em revistas de especialidade, mas isso já era pedir muito né?

Não, os livros medíocres em que qualquer pessoas sem o mínimo de competência fala sobre alimentação ou os "artigos" em páginas duvidosas que viram no facebook são muito mais importantes.

Fora isso, estou farta desta vaga de pandilhas das morais e bons costumes  em formato alimentação.  A suposta superioridade moral derivado de gostos ou de contextos sócio-culturais irritam-me.








Pensamentos de uma escrevinhadora

Muito respeitinho pelas incongruências nos livros, muito respeitinho.

"Aquele momento em que não sentimos rigorasamente nada"

Um brinde aos momentos gloriosos!

quarta-feira, abril 19, 2017

Isto devia servir como motivação

Acabei de ver que o Cláudio Ramos lançou um livro.

Juntaram-se duas modas que abomino:
- toda a gente pensa que sabe escrever e escreve e publica;
- esta idea do zen e do equilibrio, e do respirar e do mindfulness (já estou tão fartinha deste conceito, e em termos teoricos até ahcava graça. ,mas lá está falo de evidência cientifica, não de livros baratos de auto ajuda fajuta)


segunda-feira, abril 17, 2017

Hoje estou tão palavrosa

O que sei que não consigo aceitar, e que me custa a engolir, e que me faz sentir uma mágoa intensa, um calafrio, uma sensação de erro é pensar que há Homens que podem não respeitar o Amor que uma Mulher lhes concedeu.

Podem não amá-la de volta. Acontece.
Podem magoá-la. Concedo isso.
Podem feri-la. São as regras do jogo.

Mas não há maior cobardia do que um Homem que não respeita o Amor que uma Mulher lhe devotou.




Caras pessoas com a mania que comem melhor do que os outros e que isso vós dá qualquer tipo de superioridade moral ou de outro

Encontramo-nos no espaço optimista de 100 anos no caixão para conversar sim?

Eu bem que preciso de emagrecer mas não me deixam

A minha mãe ainda me oferece ovos kinder dos grandes pela Páscoa.

Sim, sou intolerante à lactose e por isso não devia comer ovos kinder (têm mesmo muito leite) mas passo pela farmácia antes e compro dos comprimidos que me salvam, e que tratam da saúde à lactose.

Aviso útil a a todos que gostem de esplanadas e de mojitos

Estão a ver o Mojito* do quiosque da Ribeira das Naus que era óptimo o ano passado?

Esqueçam, este ano está péssimo, aproveitem a vista e peçam outra coisa, talvez uma imperial para irem pelo seguro.

*Além de ser muito caro em relação a outros sítios, mesmo naquela zona altamente turística e consequentemente altamente cara.

Onde não estou crescida

Sempre quis fazer as coisas apenas quando saissem perfeitas.

Acontece que existem coisas que só ficam perfeitas tentadas várias vezes.

quarta-feira, abril 12, 2017

Eu também sou feita dos meus sonhos perdidos e das esperanças quebradas.

Estou tão crescida!

quinta-feira, abril 06, 2017

Frugalidade

Sempre fui uma pessoa muito consciente dos meus gastos e das minha poupanças. Nunca, mas nunca gastei mais do que o que tinha e sempre tentei precaver-me poupando o mais possível. Isto não significa que não usufrui dos prazeres da vida ou que tenho uma poupança enorme. Significa que se por exemplo comprava bilhetes para ir a um concerto não poderia comprar roupa nesse mês ou que teria que ter mais cuidado com almoçar ou jantar fora por exemplo. Mas sempre consegui poupar uma percentagem agradável do que ganhava, pagar as minhas despesas e ainda me sobrar para andar confortável (não à vontadinha mas confortável).

Agora isso mudou um pouco. Tenho mais despesas  do que antes de morar junta (renda da casa, supermercado, água, luz, gás, tv cabo) e menos rendimento (ganho menos do que no meu anterior trabalho). Estas duas variáveis combinadas (porque já vivia junta com um ordenado melhor) tornam a coisa complicada. Não digo trágica porque felizmente continuo a ter o suficiente para as despesas e com dois pequenos luxos, ginasio low cost a 28 euros por mês + 30 euros de gasolina e portagens para conseguir ir fazer duas vezes por mês o voluntariado que faço há mais de 10 anos (sou louca eu sei) e ainda consigo colocar uma quantia pequena de lado (para seguros que pago anualmente) mas é só. Fico mesmo com muito pouco para nem que seja os cafés ou um jantar fora. Basta uma despesa qualquer extra não esperada para não ser possível. E muito menos dinheiro para férias (estou com uma bolsa, portanto sem subsidios de férias nem de Natal)

Este post não é para me queixar de todo. O post está colocado assim por uma questão de transparência e por achar que o dinheiro não é um tabu. Estou contente deter voltado a ter trabalho e estar em algo que me motiva, mas esta parte é complicada.

Não tenho problemas com a frugalidade, sempre tive que ser, mas é complicado gerir os pequenos prazeres da vida e especialmente a ideia de férias ou a ideia de prendas de Natal (gosto muito de dar prendas de Natal). Não tem a ver com a ideia de não ser feliz com menos. Eu sempre fui feliz com menos. Tem a ver com parecer limitar-me estar com amigos (acaba sempre por ser almoços ou jantares, ou copos numa esplanada, ou algo do género) e saber que nao o posso fazer com descontracção.  E é isso que me angustia um bocadinho.


quarta-feira, abril 05, 2017

Para não me esquecer dos títulos de que nunca me esqueço das canções

Tudo diferente, Tudo diferente. Tudo diferente.

Sou apenas uma leitora que gosta de escrever

Tenho saudades e uma ânsia de escrever. Sobre o árido dos dias, sobre pessoas, sobre a poesia que de vez em quando se instala em mim. Sobre os momentos em que sou verdadeiramente feliz. Sobre os momentos em que me perco em momentos que são só meus. Naqueles momentos de tristeza sepulcral, daquela tristeza que gosto tanto de sentir pois apenas significa saudade, nostalgia, e que sim, que eu senti. Do que sinto. Do que descubro em mim. Do muito mesmo que fui perdendo do que sou. Do que ganhei. Do que continuo a ser.

Coisas que acho ao contrário de toda a gente II

Também não adoro o Pulp Fiction.


Há livro? Pois...

Não há livro? De certeza que se houvesse era melhor.

Coisas que acho ao contrário de toda a gente

A trilogia O Padrinho não é fantástica.


Leiam o livro e depois falamos.