sexta-feira, fevereiro 28, 2014

And try, and try, and try...

Parem as máquinas!



Há uma única música pop / mainstream / qualquer coisa, que acho graça de há uns 10 anos para cá.



Isto já é mais que envelhecer, é demência...







ps. Fora brincadeiras, apesar de não ser fã , a Pink deve ser das poucas na onda que respeito. and try, and try

quinta-feira, fevereiro 27, 2014

Parcas

Adoro o vosso sentido de humor.

Sonhos

Fico na dúvida se sonho contigo porque também estás a pensar em mim ou se é porque estás cada vez mais longe.

Gostava de ser das pessoas que acredita na primeira. Infelizmente pertenço às segundas.

quinta-feira, fevereiro 20, 2014

Temos pena.

Confesso que contigo tenho mais livros, mais filmes, mais músicas, mais pormenores, mais história do que com todos os que amei e fui amada.

Faltou apenas essa última parte.

terça-feira, fevereiro 18, 2014

Só falo sobre isto, sou uma seca

Porque o amor é todos os dias. Porque o amor ainda é, mesmo quando teve de ser abandonado. Porque o amor existe, mesmo quando tem que ser renegado, expulso, amaldiçoado, extinto. Porque o amor está presente, e esse presente deve deixar-nos gratos; porque o amor compartilhado está ali enroscadinho naquilo que se sopra ser felicidade. Porque há futuro no amor, e não existe nada mais intenso do que a esperança num amor ainda que longínquo. Um amor Maior. 

A vocês. Às minhas pessoas. A todos os que amo.
Porque o amor é todos os dias.



segunda-feira, fevereiro 17, 2014

equilíbrio

Há momentos em que me parece que cheguei à idade em que de repente tudo se equilibra  em termos de alinhamento de planetas emocionais e que consigo relativizar todos os amores e desamores, dores e arrebatadoras alegrias.

Mas logo a seguir penso "porra!!!! ainda nem 29 anos tenho, sou muita nova para ter a porra de equilíbrio em o que quer que seja."

E fico muito mais feliz.

p.s. Não confundir com inteligência emocional que tenho alguma, ou com realização noutras áreas, que tenho muito pouca.

p.s.2 Os sonhos continuam aqui todos, estagnados. Mas vivos. Sou demasiado nova para achar que ainda não se vão concretizar

domingo, fevereiro 16, 2014

Do dia dos namorados que foi há dois dias

Gosto.
Do mesmo modo que gosto de todas as datas que se assinalam e que são importantes (curiosamente só não ligo ao meu aniversário).
Porque sim, porque são dias bonitos, sagrados, e sim, se na correria dos dias, no desenfreado cruel do stress e das rotinas precisamos de algo que nos faça parar e relembrar, porque não?

Todos precisamos de sinais, de momentos para respirar e meditar. Qual é o mal de uma ajudinha?

E digo mais, as pessoas que ouço dizer "ah, mas o pessoal só pina nesse dia?/ eu não preciso de dias especiais para fazer coisas e dar coisas ao meu namorado/namorada" são exactamente aqueles que menos pinam (true story) e que menos fazem pelo amor do outro e pelo seu próprio amor ao longo do ano.


Finito.

E vamos celebrar o amor, sempre, mais nos dias do que noutros. Como é normal. Porque somos humanos.

(Nesta casa, como se vê pelos posts, o amor é algo constante.)

sexta-feira, fevereiro 14, 2014

Somos sempre jovens e românticos cá dentro

Às vezes, sinto que há momentos que se criam, não sei como, nem porquê.  Mas é como num sopro inesperado de vento que abriu a portinhola do sotão que ninguem sabia que existia. Ou como se de repente se desnivelasse o chão do mundo, e outras realidades se deparassem.

Sim, são nesses momentos, que não consigo explicar, que sinto como se um fio, frágil, ténue, feito de luz e de pó nos ligasse.

Impalpável sim,  mas, oh, há algo mais belo e verdadeiro que estes rasgos de luz?

segunda-feira, fevereiro 10, 2014

Do desamor

Tenho um medo enorme do desamor.
Não do fim. Tudo tem que ter um fim de alguma maneira. Mas do desamor tenho um medo enorme.

Já ouvi pessoas dizerem de outras, de peito cheio de sentimento, com palavras convictas e completas "é o homem/mulher da minha vida". E não é preciso muito tempo para afinal acabaram. Para afinal surgir outra pessoa. Que sim talvez seja desta vez.

Preocupa-me o desamor. Provavelmente chama-se sobreviver e aprender a viver com toda a bagagem emocional. Mas é algo que me dá medo e que me entristece.

Se calhar sou eu que ainda não sei o que isso. Do "amor da vida". Acho que só consigo nomear as coisas que tive, exactamente no momento em que já são passado. Tive um grande primeiro amor. Tive uma grande paixão . Tive(?) a pessoa que considero ser a minha alma gémea. (O que quer que isso signifique).

Nos momentos, no que acontece, no que estou a viver não penso muito nisso. Tento nem identificar de nenhuma maneira. Porque já vivi mais do que queria. Porque já senti o que não esperava sentir. Porque a vida dá muitas voltas. E eu posso ir sempre de peito aberto, mas já sei que provavelmente haverá feridas.

Eu sei que se gosta das pessoas de muitas maneiras. Que há vários tipos de amor. Que encontramos pessoas fantásticas ao logo da nossa vida, e que elas nos completam de um modo ou de outro.

Mas talvez por isso tenho imensa dificuldade com as definições definitivas nas relações. Há pouca coisa tão pouco definitiva como as relações. Porque é como se fosse um organismo vivo. Que muda...

Talvez por isso não cuspa no prato onde comi. Os meus amores são sagrados. Sempre. Independentemente dos ressentimentos, da dor, da mágoa e dos arrependimentos. E da vida que passa.

Acho, sei, que amo para sempre. De uma certa forma. Não sei se é fácil de compreender. Só sei que é assim. Talvez porque tenha muito medo do desamor. Deve ser por isso.




Coração cheio

Recebi um livro do outro lado do Atlântico =)

sábado, fevereiro 08, 2014

Falando nisso

Tenho que voltar a ler grandes autores de literatura.
Só para me sentir um bocadinho acompanhada.

credo II

Eu hei perceber a diferença entre esta vez e as outras. Demore o tempo que demorar.

Mas ainda não acordei.

credo

O que eu as vezes queria mesmo mesmo e dava tudo tudo para ser um bocadinho mais basicazinha de sentimentos, se não é comigo é contra mim, sem nuances, sem tonalidades, muito  bem decidida, resolvida, adoro o branco e odeio o preto, ou adoro o preto e odeio o branco e faz tudo sentido assim, e o mundo é maravilhoso assim, e é o alinhamento dos planetas e tem tudo um objectivo e tal etc etc.

Depois acordo e percebo que afinal não queria nada.

Mas ainda não acordei.

sexta-feira, fevereiro 07, 2014

do amor que não morre porque nunca viveu.

O tempo transforma tudo em tempo, eu sei, mas sinto um sofrimento, não atroz, não horripilante, não tão grafico ou demonstrável para todos o verem e sentirem, mas como se fosse o tilintar de cristal a zunir dentro de mim. Eternamente.

quarta-feira, fevereiro 05, 2014

As pessoas cansam-me

- Sou a única a achar uma seca e cansativo o sururu das pseudônimo jornalistas da blogosfera em torno do pros e contra de ontem?

- há bloggers que são tão parvinhas, tão cheias de si, tão "sou tão boa e tenho toda a razão" que não percebo como se tornam tão populares... E mais estranho fica quando noto que alguns dos meus bloggers favoritos/as apreciam o que escrevem. Fico com uma dissonância cognitiva que nem vos digo nada...

- por favor cerca dos 6 bloggers que gosto a sério não se percam já foram mais sabem? Tudo tem que andar a volta deste mercantilismo de bloggers? Espero que não....

Like a boss

Portanto, daqui a 10 anos gostaria  estar num tal nível que faria e trataria como meus secretários particulares, o presidente português de u...