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A mostrar mensagens de Agosto, 2011

O título é um dos marcadores

Sé há tema que me fascina em Psicologia é as profecias auto confirmatórias.

Basicamente e num resumo muito lato, temos tendência a confirmar as nossas crenças: num exemplo académico, se quando conhecemos alguém pensamos que essa pessoa é antipática mais facilmente vamos percepcionar situações em que essa pessoa é "antipática" desvalorizando ou não reparando nos momentos em que essa pessoa tem momentos positivos. É, em grande parte devido a isto que as primeiras impressões são tão poderosas =)

Mas eu acho mais piada a outras vertentes: por exemplo, se num momento da nossa vida aprendemos uma palavra nova, parece que de repente já a ouvimos em todo o lado; na televisão; do mesmo modo que se nos assaltam a casa, sabemos logo de imensos casos à volta, ou se alguém nosso conhecido partiu a perna há logo mil pessoas a a partirem a perna também.

Pronto, é isto, é um fenómeno muitoooo interessante.



Bonito pah...

Tempo (no fundo no fundo este post não tem sentido nenhum)

Disseram-me há pouco tempo que não passa de ciclos.


Eu estou um pouco baralhada confesso.

Mas há uma frase que parece certa: "O tempo é tão covarde e ao mesmo tempo criador". De outra música dos mesmo senhores acima.

É um facto LOL

"...Foste bué madura, bonito pah"

Recebo elogios inesperados de pessoas improváveis acerca de assuntos inóspitos (ou então dos banais).

("porque o amor é mesmo assim e uma tipa qualquer que não soubesse nada sobre o amor, ficaria satisfeita por o poder ter, mas o amor não é ter...")


O filme "O homem do tempo" protagonizado por Nicholas Cage nunca foi um filme que me chamou muito a atenção.

No entanto ontem fiquei a vê-lo enquanto esperava pelo jogo da selecção sub-20.

É amargo.

Mas é a resposta à pergunta mais importante.

No fim, o que importa realmente?

Pensamento muito muito fugaz, juro.

Que bem que as férias fazem...

- Acho que foi a primeira vez em 16 anos que caminhei por areais sem me preocupar realmente. Está ali, e eu tenho que conviver com isso. (Azar para os meus padrões estéticos).

- Dei um mergulho nesta praia (ventosa, perigosa, etc etc). Aliás, até dei dois. =D

- Estou com a cabeça cheia de nada. É óptimo. O que não tem solução, resolvido está...

- Adoro fazer workshops alternativos. E estar na praia a horas que ninguém está (8 da manhã; 10 da noite). O bom de estar uns dias sozinha é que faço os meus próprios horários.








Não encontro o Harry Potter volume 5 e 6...

Nunca mais emprestar livros sem apontar a quem emprestei, nunca mais emprestar livros sem apontar a quem emprestei, nunca mais emprestar livros sem apontar a quem emprestei, nunca mais emprestar livros sem apontar a quem emprestei,  nunca mais emprestar livros sem apontar a quem emprestei, nunca mais emprestar livros sem apontar a quem emprestei, nunca mais emprestar livros sem apontar a quem emprestei...


(vou ali bater com a cabeça na parede, e pedir a toda a gente QUE ME LEMBRO os cerca de 7/10 livros QUE ME LEMBRO de ter emprestado)

Eu já disse que a minha personagem favorita sempre foi o Severus?

"Estas pessoas não existem"

Já tive uma tenda daquelas pequenas de andar a acampar em vários sítios.. Quando a comprei pensei logo que desse para duas pessoas à larga, três pessoas sem stress de maior. Nessa altura achava que era tudo divertido, festa, paz e luzes.

Essa tenda acabou por se estragar estupidamente e muito facilmente. Cerca de um ano depois, numa altura "negra" (relativizem, ninguém morreu à fome, nem tinha nenhuma doença grave; alegrem-se ó almas sedentas de sangue, também tenho histórias dessas, mas não é disso que se trata aqui) da minha vida comprei uma daquelas da Queshua, fáceis de montar e desmontar. E comprei apenas para uma pessoa. Percebi que não queria e não valia a pena ter algo que não fosse só para mim e para as minhas voltas.

Na altura acho que nem pensei que era um bocadinho triste. Nem tinha bem, bem a noção das esperanças perdidas, dos sonhos rasgados, das promessas que não voltam.

Hoje continuo com essa tenda. Já fez algumas viagens, vai agora noutra.

Entre essas viagen…

Um homem a cantar-me assim é que era...

suspiro...

Sim. É isto.

Sem título

Nunca, nunca vais ser suficientemente forte.


Há músicas que pertencem visceralmente a determinados momentos, demasiado enraizadas junto com determinadas pessoas para conseguires ouvi-las sem seres transportada violentamente para o mais fundo de ti. Onde moram os teus medos, as tuas caixas arrumadas, os teus amores perdidos. Onde mora tudo o que tiveste, viste e agarraste mas não mantiveste. Como escreveste um dia, onde estão "as tuas maiores vitórias e as tuas mais profundas derrotas".