Quickribbon Espiral: Maio 2017

terça-feira, maio 30, 2017

E como é que nunca reparei verdadeiramente nesta música?



"Something happened it's so strange this feeling..."

segunda-feira, maio 22, 2017

....As melhores letras de Amor

Volúpia serena e desequilibrada de que nunca vou querer prescindir.

Serão sempre de Desamor...

Nos momentos de inspiração, nas frases, nos cantores, nos livros, no desalento, é sempre ali ao fundo, onde guardo esses sentimentos que me (te) encontro.

Sem falsas desculpas, num doce prazer que nunca será culpa nem pecado, mas que está ali na ponta do precipício.

Parcas

Fofinhas....

Vocês são tão engraçadas não são?
Vão passarinhar para outro lado.

Sério.

sexta-feira, maio 19, 2017

O amor é lindo mas calminha

Aviso à navegação: adoro desde a primeira vez que ouvi a música "amar pelos dois". E ouvi-a fora de contexto, sem saber que tinha ido ao festival da canção portugues e que era a apurada para o festival da canção europeu. Mas não é surpresa que goste. Eu gosto do estilo. Eu gosto deste tipo de letra. Eu só gosto de canções de amor que falam de desamor (são as únicas que interessa).

Estou farta, fartinha, de covers, homenagens, versões, duetos, mixs e tudo e tudo e tudo.

quinta-feira, maio 11, 2017

Prenda de anos antecipada

Tive-a hoje. Acho que das melhores que podia ter.


p.s. Não não estou grávida.
p.s.2 Não, não vou casar.

segunda-feira, maio 08, 2017

Dos prematuros

Sou a única prematura do mundo a achar que isso não é nada de especial não é?

Deve ser porque nunca tive uma vida centrada nisso, nem me mimaram por causa disso.

Pessoal acontece. Sem dramas ok? Não não é especial. Não, nunca pensei muito nisso, até começar a perceber que é slogan para muita gente.

Que são isto. Que são aquilo. Que tem mais hipóteses de terem determinados problemas. Que são mais xpto. Que aguentaram o mundo, ou que não aguentaram.

Não, lamento.  Não sinto nada disso. Não sinto que faça diferença (independentemente de existirem ou não ligações a nível de saúde e de desenvolvimento).

Sim, deve ter sido muito chato e sofrido para os meus pais (por isso não tenho irmãos) e não quero ser insensível. Mas felizmente, felizmente nunca vivi a sentir o peso e o estigma de "oh-meu-deus-sobreviveste-a-um-ataque-cardíaco-e-dois-respiratórios-sem-sequelas" (só soube disto já perto dos 20 anos e porque calhou em conversa. Lá está tive pais com horror à vitimização. E ainda bem)



p.s. Não fui  prematura, fui aquilo a que se chama hoje um "grande prematuro" (às 25 semanas e meia) . Na altura acho que até se chamava "inviável" (falo de há quase, quase 32 anos atrás).  Só para colocarem em perspectiva.


quarta-feira, maio 03, 2017

Da felicidade (ou como sou irónica)

Felicidade, felicidade para mim é ler um bom livro enquanto como um chocolate milka.

Juro que duvido que haja muito mais coisas que me façam sentir tão bem.


Desde quando é que o ser feliz passou a ser uma obrigação?

A felicidade depende muito de nós, mas também não depende.

Dependendo do teu perfil de personalidade podes sentir-te em termos basilares mais feliz ou menos feliz, mais triste ou menos triste. Não és culpado disso. É mesmo assim. Não tens que te esforçar para ser algo que não és. No máximo tens que parar de te culpar por não estares sempre alegre. Não tens que estar. Nem sempre a sorrir. Não tens que estar sempre a sorrir. Essas obrigações matam a naturalidade. E na minha cabeça sem naturalidade, sem seres quem és, como é que podes ser feliz? E podes ser feliz todos os dias. Mas também podes ser só feliz às vezes. Não é OBRIGATÓRIO  nem há REGRAS. E a felicidade é diferente para cada um de nós. E não, não temos que todos os dias batalhar para ser mais felizes. No máximo, temos que batalhar para sermos mais nós mesmos (isto se quiserem, claro). Para muitos a felicidade tem a ver com a excitação dos desafios, para outros isso só trás ansiedade e stress, para muitos a felicidade depende das rotinas, para outros a rotina mata a felicidade, etc, etc.

E há muitas coisas que impedem a felicidade. Claro que há. Sejam financeiros, sejam perdas pessoais e emocionais ou saúde. Não me lixem. Ninguém consegue ser feliz à prova de tudo. A não ser, e já estou a ser muito simpática que tenha estruturas bases mega sólidas (seja financeiro, seja emocional, seja de saúde). E mesmo assim há quem não seja feliz. É NORMAL. Há requisitos mínimos. Mas cada um tem os seus. E como disse e volto a repetir, a felicidade é diferente para cada pessoa. E sim, também há pessoas felizes na maior das misérias. Pessoas felizes com cancro. Pessoas felizes sozinhas. Sim, tudo isso é possível. Não quer dizer que seja possível para toda a gente. Não quer dizer que seja desejável que seja assim para toda a gente. Já disse que o próprio conceito de felicidade é diferente para cada um de nós não já?

A minha felicidade por exemplo. A minha felicidade chama-se paz de espírito (podem também chamar-lhe equilíbrio pessoal se quiserem). Mas não importa se não sabes qual é a tua felicidade. Não é por aí que não és feliz, ou não serás de vez em quando. A felicidade não é um estado imutável e constante.

Esta procura incansável da felicidade irrita-me. Irrita-me porque normalmente vem associado a obrigações várias (sorri todos os dias, dá graças pelo que tens, pensa em 10 coisas que adores, blá blá blá), a projetos que nem toda a gente pode/quer fazer (viagens fantásticas, experiências do arco da velha, etc) ou a relações (poucos amigos mas bons; muitos amigos mas bons; a família é que é, sozinho é que eu estou bem, etc), estilos de vida ( frugais, consumistas, experiencialistas, etc), alimentares (todas-as-dietas-contraditórias-entre-si-que-prometem-um-corpo-melhor-e-ainda-como-bonús-felicidade-eterna) ou ainda os estatutos da vida (imagem, coisas, carreira, etc). Que seca que são as fórmulas. Pode ser tudo isso. Mas pode não ser nada disso.

A felicidade depende muito de nós, mas também não depende. 

Vamos tentar relaxar um bocadinho sim? E libertarmo-nos destas amarras de "tenho que ser feliz sempre ou morrer a tentar porque só assim vale a pena."