Quickribbon Espiral: Dezembro 2011

segunda-feira, dezembro 26, 2011

Resumo antes do Ano Novo

Até tenho medo. Porque mal eu acho que não acontece mais nada, acontece.

Foi um mês de Dezembro que valeu pelo ano todo. Tudo aconteceu. E eu sem tempo para nada. Com rombos emocionais e profissionais. Com dramas a acontecerem e mesmo assim o mundo avança e havia/há aniversários e jantares de Natal para ir e solicitações para responder.

E esta semana vai continua a ser a montanha russa.

Aqui estou eu neste fim de 2011. Com o coração amachucado.Com o cérebro frito. Mas com decisões tomadas.

Que venha 2012.

sábado, dezembro 24, 2011

Muda

Para mim, amanhã podia ser o primeiro dia do ano.

Acabei de arrumar os caixotes todos.

=(

(Amanhã já sorrio, prometo.) 

quarta-feira, dezembro 21, 2011

Simples, assim...


roubado daqui

terça-feira, dezembro 20, 2011

BTW, é Natal =)

Acabo de saber que posso contribuir para que uma pessoa amiga possa ter a oportunidade de tirar a carta de condução.

Sinceramente, é até agora, a melhor prenda de Natal que poderia dar a alguém. E já me aqueceu o coração por hoje.

segunda-feira, dezembro 19, 2011

"Podia amar-te"

Há cerca de 5 anos e uns meses num contexto bonito, atingiu-me (e escrevi, depois de reflectir sobre isso) "Podia amar-te."

Mas tu estavas em outros voos, eu ia começar um (o meu maior de todos). E não pensei mais nisso. Ficou guardado nas caixas. Naquelas caixas que nem precisam de escadotes, porque sabes que é só uma caixa em que não se vai tocar. Porque está cada um no seu mundo e os Universos Paralelos são isso mesmo. Universos paralelos. Utopias e conversas bonitas.

Mas o mundo dá voltas. E eu já caí e magoei-me algumas vezes. E tu estavas ali, sempre algures.
E sem perceber bem como (entre risos, conversas e cumplicidades), este condicional tornou-se um presente. Deixei que acontecesse. Mas não há futuro, nem esperança. Porque há caminhos escolhidos e sentimentos não correspondidos. E isso vale tanto. Vale tudo....

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Ver o copo meio cheio

Ao menos não posso dizer que não tenha parcas competentes, nem 20 minutos demoraram para me contrariar  desde o meu desabafo das 17 e 44.....~


Sou uma batedeira gigante tal é a tremedeira. Desde sábado seja por motivos pessoais ou profissionais estou no mais avançado estado de Parkinson....

Mas eu tenho parcas

E claro, claro que arranjam  mais material para me fritar...

A semana em que o meu cérebro fritou.

Começando no sábado e tendo em conta que não estou a ver que mais pode acontecer até ao fim do dia,

posso dizer que esta deve ter sido a semana mais frita da minha vida.

domingo, dezembro 11, 2011

...

As despedidas mais difíceis são aquelas que não queres fazer.

Especialmente se partes com bagagem tão pesada e não tens para onde seguir.

Mas segue. E não olhes para trás.

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Eu gosto de livros...

E há capas que me fazem comprar livros. Fútil? Talvez. Mas trás quase sempre bons livros agarrados.

É como bons títulos. Pelo-me por bons títulos. Um bom título quase que salva um livro sofrível.

E há dois títulos que são fantásticos.

"E dizer-te uma estupidez qualquer como por exemplo amo-te." - livro juvenil da colecção Minoria Absoluta (muito boa colecção Juvenil, melhor que esta só uma da Caminho que não me lembro o nome mas que os livros eram sempre brancos com uma ilustração a meio da capa.)

Este título é o meu título favorito de todos os tempos. E apesar de o livro ser um romance adolescente banal pah, o título é lindo.

Outro título é o:

"Que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar?" do aclamado António Lobo Antunes. Infelizmente ainda não li porque leio António Lobo Antunes por ordem cronológica. Mas só o título dá-me ganas de ir compra-lo.

Em contraste, não gosto de ler resumos de livros. Tira-me toda a surpresa que poderá daí advir. Gosto da expectativa cega que uma capa ou um título dá a um livro, mas não de saber já parte da história.

Metade da graça é a expectativa cega =)

terça-feira, dezembro 06, 2011

Natal

Todos os anos penso "é desta que vou reduzir a minha lista de pessoas que é um abuso, sou doida dos cornos é o que é".

Mas não. E a lista aumenta. Uma ou duas pessoas. Talvez 5 pessoas.... Claro que não dou prendas grandiosas a ninguém. Mas gosto de dar um bocadinho de mim às minhas pessoas. E se não a todas pelo menos às principais. As que estão aqui desde sempre. Às que estão aqui há 10  anos. Às que foram importantes no último ano.

E por isso dou lembranças. Porque não quero ganhar nenhum prémio do melhor presente. Apenas porque quero dar um bocadinho de mim.

E porque sou uma criança a escolher prendas para as pessoas que gosto e quando sei que vão gostar =D

p.s. Até ao momento, 32 pessoas... (e acho que me faltam duas...)

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Tom Cruise =D

Não quero saber se está feio, ultrapassado, velho, se é mau actor, blá blá blá...

Gosto dele. É o  "Jerry Maguire" =)

Por isso lá vou eu ao cinema ver este filme =D (apesar de parecer igual aos outros todos, eu gosto dele mas não sou cega)

sexta-feira, dezembro 02, 2011

E se hoje não houvesse medo?

Declarava-me com as palavras mais lamechas.. Ia dar uma volta ao mundo. Construía a minha casa de sonho. Fazia um ano sabático. Mostrava tudo aquilo que escrevo. Falava outras línguas. Dizia "Tenho medo de...". Metia conversa com as pessoas na rua. Dizia "Não interessa o que pensam, vou amar-te sempre." Soltava-me. Olhava nos olhos. Comprava uma mota. Pintava. Dedicava-me a crianças pobres. Mostrava-me com todos os parênteses. Gastava o dinheiro todo. Concretizava 2 projectos. Dava tudo de mim em todas as áreas. Era mais generosa com desconhecidos. Mostrava mais vezes as pernas. Fazia todos os desportos radicais. Usava óculos. Tirava outro curso. Cortava o cabelo muito curto. Fazia mais tattoos. Procurava um bom cirurgião. Tocava mais na pele dos outros. Vivia em África, na Argentina, no Japão e na  Índia. Acreditava mais em mim. Dizia "Quero ter filhos contigo."

daqui

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Continuo a não perceber

As pessoas que escolhem a "pedra basilar da casa" ou o "perfume dos dias" em desprimor do "grande amor da vida que nos faz descobrir quem somos" apenas porque "temos de continuar com as nossas vidas".


Ou antes, percebo. Mas nunca será a minha escolha.


(Reflexão descaradamente usurpada tendo em conta as palavras de Jung no filme Um método perigoso")