Avançar para o conteúdo principal

Beijos na testa

Não sabendo bem porquê, não gosto de beijos na testa. Há qualquer coisa nos beijos na testa que me soa terrivelmente paternal. Assim um paternal "cala-te mas é, vá, tadita.".
Ontem chamei-os pudico-parvos. E é exactamente aquilo que eles são.

Isto tudo porque os beijos na testa que me deram só me trazem recordações estranhas e não muito felizes. Seja um teste de português onde tive má nota aos 12. Ou de situações estranhas que não sei bem se deviam ter acontecido ou não (deviam, devem sempre).

Potencialmente os beijos na testa são estranho especialmente se vêm de pessoas de quem quereriamos mais que beijos na testa, ou ainda mais curioso, de pessoas que quereriam mais de nós do que dar-nos beijos na testa. De certeza que isto seria giro de estudar. O Fred estava enganado ao falar da fase oral e anal e afins. Fase testal é que era.

Mas, quero apenas alegar, que apesar do meu ódio pelos beijos na testa, não tenho nada contra beijos nas têmporas. Só para assinalar.

Espiral

Comentários

rita disse…
eu gosto de beijos na testa :) vejo-os como sinal de aceitação e amor por mim. Tambem gosto de beijos nas têmporas...acho que não ha nenhum sitio onde eu não goste de beijos (excepto talvez no umbigo)
mag disse…
partilho da tua estranheza para com os beijos na testa. nao os odeio. mas nao os consigo adorar.
fico sempre com um vazio na barriga. com uma revolta sensorial que me põe os cabelos em pé. nao sei bem explicar.
lol
beijo beijo *m

Mensagens populares deste blogue

Sobre "a nossa alma a desatar"

Sempre Para Sempre Há amor amigo Amor rebelde Amor antigo Amor da pele Há amor tão longe Amor distante Amor de olhos Amor de amante Há amor de inverno Amor de verão Amor que rouba Como um ladrão Há amor passageiro Amor não amado Amor que aparece Amor descartado Há amor despido Amor ausente Amor de corpo E sangue, bem quente Há amor adulto Amor pensado Amor sem insulto Mas nunca, nunca tocado Há amor secreto De cheiro intenso Amor tao próximo Amor de incenso Há amor que mata Amor que mente Amor que nada, mas nada Te faz contente, me faz contente Há amor tão fraco Amor não assumido Amor de quarto Que faz sentido Há amor eterno Sem nunca, talvez Amor tão certo Que acaba de vez Há amor de certezas Que não trará dor Amor que afinal É amor, Sem amor O amor é tudo, Tudo isto E nada disto Para tanta gente É acabar de maneira igual E recomeçar Um amor diferente Sempre , para sempre Para sempre (Donna Maria) Espiral

Voltei mesmo?

 A minha vida vai dando voltas e voltas e escrever que é parte do que sou desce nas prioridades. Despedi-me e em Maio comecei um novo desafio profissional. Menos estabilidade mas mais valorização e autonomia a vários níveis. Quero ensinar ao meu filho que não pode ter medo de correr atrás do que o pode fazer feliz, mas mais importante, não ficar onde está infeliz, pensado que os ses tem significado. Emocionalmente e profissionalmente. Ser mãe é maravilhoso. O sorriso do meu filho preenche recantos da minha alma que nem sabia que existiam. É uma banalidade, mas conto pelos dedos da mão as vezes que senti isto na vida desta maneira. Agora basta o sorriso dele todos os dias. Tornei-me uma pessoa mais confiante desde que sou mãe. Também mais empática. Melhor não sei. Mas mais focada no que é realmente importante.  Mas no entanto... escrever faz-me falta. Deixar sair o que me vai na alma, nos anos, na memória, na criatividade, no desejo incontrolável de controlar emoções, contraditório eu s