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A minha terceira favorita

Gosto de ti. Estiveste sempre presente em momentos marcantes.
Serias de certeza o meu amigo dos copos se nos conhecessemos.
As tuas músicas falam comigo como nenhumas outras.
Até versos de uma música tua (a minha segunda favorita) coloquei na minha tese.
E tu estás lá, nas dedicatórias (a melhor parte da minha tese, juro).

E agora finalmente vou ter-te na minha pele.
Dois versos teus...
Dois versos que demoraram a vencer a barreira do tempo e a tornaram-se maiores que a sua genése em mim.
Mas fnalmente. Aceitei essa parte do passado e descobri-te, a ti, aos teus versos, com uma dimensão maior.
Com aquele pedaçinho grande, vital, essencial de passado lá, mas com todo um lado novo, refrescante e construtivo.
Para nunca esquecer. Para seguir em frente. Para ter sempre esperança, amor e alegria.

Deixo-te por agora. Com a minha primeira favorita. Cujos versos amo, venero, e cantam uma historia tão forte e poderosa que nunca poderia tê-la em mim mais do que o que já está.







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