quinta-feira, julho 15, 2010

Eu não acredito mas que as há, há...

Esse poema que escolhi ontem de manhã voluntariamente mas sem consciência, marcou de modo ou de outro o resto do meu dia.

Sinais? Eu sei lá... É tão forte como descobrir que a nossa escrita é mental quando a pensávamos sempre emocional. Vamos lá descascar cebolas.

Príncipe, o que me dizes tu agora?

Espiral


(Poema - Príncipe de José Luís Peixoto)

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Do que eu cresco, fragilizo, fortifico

Cada vez mais sou menos de frases peremptórias. Cada vez sou menos de classificar tudo em polaridades. Porque me parece superficial, e mais ...