sábado, novembro 08, 2008

"Isabella hesitou por um instante. Lanço-me um olhar despido e respondeu sem contemplações.
- Porque o senhor é o único escritor que conheço."

Carlos Ruiz Zafón (O jogo do Anjo)

Porque eu gosto de histórias de amor. Especialmente daquelas que começam por acaso. Daquelas que começam com frases destas. Daquelas que talvez não eram para acontecer. Porque talvez sejam estes os verdadeiros inícios e não quando começamos a tentar a sério. 

Ressalvo que acabei de ler esta parte. Não faço ideia se Isabella e David se apaixonarão. Mas apeteceu-me colocar. Gosto de verdades sinceras. Mais que das verdadeiras promessas. As verdadeiras promessas podem esfumar-se. As verdades sinceras, nunca. 

Espiral

p.s. Tenho que voltar a ler Vítor Hugo. Mas há par romântico da literatura mais bonito que o Mário e a Cosetta? Duvido...

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Do que eu cresco, fragilizo, fortifico

Cada vez mais sou menos de frases peremptórias. Cada vez sou menos de classificar tudo em polaridades. Porque me parece superficial, e mais ...